sexta-feira, 18 de dezembro de 2020
quinta-feira, 3 de dezembro de 2020
CONTRATOS ACCENTURE X CORREIOSPAR E ACCENTURE X BNDES
---------- Forwarded message ---------
Date: qua., 2 de dez. de 2020 às 08:48
Subject: Os contratos AccenturexCorreiosPar e AccenturexBDES citados na reportagem, eu denunciei
To:
Prezados Colegas,
Fiquei surpresa com a reportagem do Estadão “Empresa suspeita de superfaturamento nos Correios é contratada para analisar privatização da estatal”que fala sobre a auditoria no contrato da Accenture x CorreiosPar e julguei importante dar publicidade de detalhes que não estão na reportagem:
1. Em 2016 - Eu fui a primeira empregada da ECT a denunciar o contrato Correios x Accenture ao TCU. Foi minha primeira representação no TCU. Em 2018, divulguei para vocês o Acórdão do Ministro Bruno Dantas.
2. Em 2018 – julguei o parecer do Ministro Bruno Dantas muito tendencioso, longe da missão do TCU, denunciei o Ministro Bruno Dantas ao MPF, o Ministro ignorou o mérito que eram as irregularidades no processo da contratação, o auditor fez um excelente relatório e ele ignorou tudo. O procurador também arquivou sem análise do mérito, pedi o desarquivamento da representação ao MPF e fiz um pedido de providência contra o procurador no CNMP.
3. Em 2019 – quando a Azul rompeu a parceria com os Correios, um colega, anonimamente, me alertou que a Accenture tinha ganho dinheiro para prestar consultoria nessa parceria. Peguei a demonstração contábil da CorreioPar e vi que o contrato foi firmado em novembro de 2019 quando os Correios não tinham nem de longe qualquer indício de fazer parceria. Por obra do milagre, Gilberto Kassab e Guilherme Campos, do nada, quinze dias depois da assinatura do contrato, aparecem com a join venture com a CorreiosPar. E assim, deram serviço para Accenture ganhar 14 milhões de reais no ano de 2018.
4. Em dezembro de 2019 – denunciei o contrato da Accenture com a CorreiosPar ao MPF e TCU, não abordei superfaturamento. A procuradora arquivou. Pedi desarquivamento. O TCU ainda não retornou.
5. Em 2020 – quando li a reportagem que o BNDES contrataria uma consultoria para ver a privatização dos Correios. Falei para alguns colegas que seria a Accenture. Como eu previa, a Accenture ganhou. Surpreendentemente quando fui ver o objeto do contrato no projeto básico, tratava-se do mesmo objeto dos contratos que a Accenture firmou com a CorreiosPar e Correios, além disso não tinha nada de privatização, mas sim, a universalização do serviço postal, copio considerando a necessidade de atendimento universal do serviço postal no território brasileiro, Fonte https://www.bndes.gov.br/wps/
6. Em 2020 – denunciei ao MPF e TCU o contrato Accenture x BNDES por se tratar de contrato com mesmo objeto de outros contratos firmados nos Correios. Para minha surpresa, recebo a informação que o chefe de gabinete do Procurador PGR- Augusto Aras, mandou arquivar sumariamente, nem autuou, alegando que eu tinha feito denúncias similares. Fui ao CNMP e fiz um pedido de providência contra o chefe de gabinete do PGR, pedi a autuação da denúncia porque as outras denúncias eram provas que a Accenture vem ganhando contratos com o mesmo objeto e não denúncias similares.
Além de representar junto ao TCU e MPF, eu escrevi duas cartas para presidente Bolsonaro, solicitando auditoria no contrato Accenture x BNDES e na prestação de contas da CorreiosPar que gastou 14 milhões com a Accenture e em seguida foi extinta, com a aprovação de suas contas pelo Conselho de Administração dos Correios.
Alzenir de Oliveira Silva
Mestre em Engenharia Elétrica
quinta-feira, 26 de novembro de 2020
PAPAI NOEL DOS CORREIOS ON-LINE. SEJA VOCÊ O NOEL!
domingo, 22 de novembro de 2020
TODOS PELOS CORREIOS
Na mira de Guedes, Correios gastam R$ 2 bi com benefícios na área da saúde... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2020/11/20/na-mira-de-guedes-correios-gastam-com-saude-20-do-total-pago-pela-uniao-com-todas-as-estatais.htm?cmpid=copiaecola
Por Marcela Ayres
20/11/2020 12h56
= = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = =
Considerando as informações divulgadas e que constam em relatório, ficaram algumas dúvidas que merecem esclarecimentos:
Os trabalhadores dos Correios e aposentados, ambos beneficiários, pagam mensalidade e co-participação em consultas e todos os procedimentos médicos e os pais foram retirados do convênio médico. Se os Correios tiveram esse gasto de 2 bi, para onde foram os valores despendidos pelos beneficiários do Plano de Saúde Postal Saúde? Esse montante empregado pelos beneficiários do Plano de Saúde constam nesse relatório?
"Em nota à imprensa, o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados, Diogo Mac Cord, afirmou que o relatório é um "choque de transparência". "Não havia nenhum relatório que consolidasse informações financeiras e de pessoal e que desse um panorama geral da realidade de cada estatal.
Agora temos. A melhor arma que a gente pode ter para combater qualquer tipo de privilégio é a transparência. Isso é controle social", disse.... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2020/11/20/na-mira-de-guedes-correios-gastam-com-saude-20-do-total-pago-pela-uniao-com-todas-as-estatais.htm?cmpid=copiaecola"
Realmente é um "choque de transparência". Onde está a receita com o pagamento de mensalidade?
Foi questionado como é feita a apuração com os valores cobrados pelos conveniados?
A transparência serve para análise e, se for o caso, melhorar a administração. Mas parece que massacrar o povo é a alternativa mais fácil diante da incompetência para encontrar soluções inteligentes.
Aguardamos a inclusão no relatório da receita com pagamento de mensalidade dos beneficiários do Plano de Saúde Postal Saúde.
Desmontando Fake News nº 19 - Relatório Agregado das Empresas estatais Federais
A leitura do Relatório Agregado das Empresas estatais Federais, que pode ser acessado na íntegra AQUI, permitiria que um veículo de comunicação especializado em negócios produzisse manchetes assim, relacionadas aos Correios:
- Correios registram EBTIDA positivo pelo terceiro ano consecutivo.
- Correios acumulam lucros de mais de R$ 900 milhões em três anos.
- Maior estatal em quantidade de empregados continua registrando resultado positivo e permanece não dependente do Tesouro Nacional.
- Remuneração média dos trabalhadores dos Correios é a menor dentre todas as estatais federais.
- Correios registra o 2º melhor RSPL dentre as estatais federais.
A revista Exame, porém, mais uma vez, escolheu ignorar todas as informações positivas trazidas no relatório, já enviesado por natureza por ter sido feito por quem tem a missão de desestatizar, e, em matéria mentirosa, colocar ênfase apenas em pontos que lhe eram úteis na sua tentativa de apoiar o governo na desconstrução da boa imagem dos Correios. Interessa a banqueiros e a empresas de entrega concorrentes que ocorra a privatização dos Correios e, assim, vale tudo para tentar convencer a população de que os Correios não vão bem e que a privatização seria um bom caminho para resolver isso.
A verdade, porém, acaba se impondo. Os Correios caminham para registrar nesse ano um dos maiores senão o maior lucro de sua história. O pequeno repasse do Tesouro, ocorido em 2018, que se destinou a investimento e não ao pagamento de despesas correntes, utilizado pela revista para criar uma manchete sensacionalista acabará confrontado com o fato de que o mesmo Tesouro recolheu dividendos em excesso em anos anteriores, na casa dos bilhões de reais, contribuindo assim para colapsar na época as finanças da organização, como bem sabe a redação da revista.
A matéria também traz comentários sem base, como de que os custos dos serviços e produtos é elevado, por equivaler a 85,18% do total da venda líquida. Acaso a revista sabe como se comporta esse indicador na indústria postal?
Infelizmente, temos um contexto em que publicações se apressam a repetir o que diz o governo, sem aprofundar a análise e sem ouvir outras partes que poderiam oferecer entendimento diverso do apresentado em relatórios e declarações. No caso da Exame, a revista tenta ainda agravar os fatos criando manchetes sensacionalistas como esta usada na matéria.
Que a sociedade saiba buscar fontes confiáveis para formar sua opinião sobre questões que importam aos brasileiros, como é o caso de desestatizações. O caso do Amapá está aí para demonstrar como pode ser desastroso para a população ficar sem um serviço público essencial.
-----------------------------------------------------
Os brasileiros merecem receber melhores informações e os devidos contrapontos ao discurso falacioso do governo. A ADCAP estará atenta às matérias que tratem dos Correios e divulgará amplamente sua opinião e suas observações a respeito.
Direção Nacional da ADCAP.
WEBINAR - LIDERANÇAS FEMININAS NA ESFERA PÚBLICA, PRIVADA E ESTATAL
Webinar: lideranças femininas na esfera pública, privada e estatal
Mediadora
Ilana Trombka
Diretora-Geral do Senado Federal
Convidadas
Alessandra Bastos Soares
Diretora de Coordenação e Articulação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (DSNVS) - ANVISA
Dra. Nadine Oliveira Clausell
Presidente do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.
Nina Silva
Fundadora do Movimento Black Money












