domingo, 13 de novembro de 2016

LANÇAMENTO PAPAI NOEL DOS CORREIOS EDIÇÃO 2016


Fonte: http://blog.correios.com.br/correios/?p=21081

Nesta sexta-feira (11), o presidente dos Correios, Guilherme Campos, realizou o lançamento nacional da Campanha Papai Noel dos Correios 2016, no Prédio Histórico da empresa em São Paulo. Realizada há 27 anos, a campanha tem como objetivo responder às cartas das crianças que escrevem ao Papai Noel e, sempre que possível, atender aos pedidos de presentes daquelas que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Nos últimos três anos, em todo o País, foram atendidos mais de 1,5 milhão de pedidos — cerca de 80% das cartas aderentes aos critérios de participação.
O presidente da estatal lembrou que a campanha é uma forma da empresa retribuir a confiança de toda a sociedade brasileira. “Assim como os Correios, a campanha integra todo o Brasil. Contamos com a participação de todos para, mais uma vez, juntos realizarmos os sonhos dessas crianças”, disse.
O diretor regional dos Correios em São Paulo Metropolitana, Eugênio Valentim da Silva, manifestou o reconhecimento a todos os que se dedicam a esse objetivo. “A campanha não é só da empresa, nem de um grupo de pessoas; ela é muito maior, resultado dos esforços dos empregados, clientes, parceiros, imprensa, enfim, de toda a sociedade”, afirmou.
Também estiveram presentes na cerimônia o jogador da Seleção Brasileira de Handebol, Diogo Hubner, padrinho da campanha deste ano; o carteiro Edson Dias, do Centro de Distribuição Domiciliária Sé; a atendente Janete Maria Guimarães Nagano, da agência Central dos Correios e o autor da arte do selo de Natal, Biaggio Mazzeo, além de clientes da estatal.
O evento contou ainda com o lançamento dos selos de Natal, a apresentação do coral ECTom, integrado por empregados da empresa em São Paulo, e a leitura de uma das cartas enviadas ao Papai Noel por alunos da Escola EMEI Armando Arruda.
Como funciona – Em todo o Brasil, as cartas enviadas pelas crianças são lidas e selecionadas. As que atenderem aos critérios da campanha são disponibilizadas para adoção na casa do Papai Noel ou em outras unidades da empresa. Os Correios não entregam cartas para adoção diretamente à população, em suas residências. As cartas do Papai Noel dos Correios ficam disponíveis apenas nos locais indicados pela empresa.
Os presentes destinados a cada carta adotada são encaminhados, pelos padrinhos, a locais específicos, para que posteriormente os Correios façam as entregas. Não é permitida a entrega direta do presente e, para assegurar o cumprimento desse critério, o endereço da criança não é informado ao padrinho.
As datas da campanha, que podem variar em cada Estado, e as demais informações oficiais sobre o Papai Noel dos Correios estão disponíveis na página http://blog.correios.com.br/papainoeldoscorreios.
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Orientações para adoção de cartas e entregas de presentes do projeto Papai Noel dos Correios edição 2016, no Distrito Federal: 

As cartas só serão disponibilizadas e os presentes entregues na Casa do Papai Noel (SCEN Trecho 2 lote 4 – Universidade Correios).

Não serão disponibilizadas, em hipótese alguma, cartas por meio das Agências de Correios.

Período de adoção de cartas: de 3 a 30/11 (de seg. a sex. das 9h às 17h – inclusive no horário de almoço).

Recebimento de presentes: de 4/11 a 3/12 (de seg. a sex. das 9h às 17h – inclusive no horário de almoço).

Somente nos sábados e feriados dias 19/11, 30/11 e 03/12 haverá funcionamento na Casa do Papai Noel (das 9h às 13h).




quinta-feira, 10 de novembro de 2016

CIPA UNICORREIOS E DIRETORIA REGIONAL DE BRASÍLIA APÓIAM E INCENTIVAM CAMPANHA DO NOVEMBRO AZUL

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA da jurisdição do Campus da Universidade Correios em Brasília/DF, em horário da reunião ordinária que acontece mensalmente,  no dia 09/11/2016 dedicou um momento da reunião à conscientização ao público masculino para o cuidado com a autoestima que pode contribuir para a prevenção de doenças, em razão do estado emocional que pode afetar a imunidade do organismo. 

Procurar o médico é essencial, mas é importante buscar alternativas que contribuam para o bem-estar, proporcionando boa qualidade de vida.  

A CIPA UniCorreios orienta que verifiquem o tempo que não foram ao médico para uma avaliação. Faça uma visita ao médico para essa avaliação. Prevenir é o melhor remédio. Mais econômico e menos sofrível.

Alvaci Santana - membro suplente eleito da CIPA UniCorreios, Jaime Gomes - Diretor Regional de Brasília, Domingos da Silva Mendes - Vice-Presidente da Cipa UniCorreios, Suelma Braz de Barros - Presidente da CIPA UniCorreios, Francisco Lopes e Luismar Lourenço - ambos indicados pela Empresa para compor a CIPA UniCorreios
Ana Paula Corrêa - membro suplente indicada pela Empresa para compor a CIPA UniCorreios, Alvaci Santana - membro suplente eleito da CIPA UniCorreios, Jaime Gomes - Diretor Regional de Brasília





quarta-feira, 9 de novembro de 2016

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

CNBB: PEC 241 ELEGE OS POBRES PARA PAGAREM A CONTA

CNBB: PEC 241 ELEGE OS POBRES PARA PAGAREM A CONTA



Conferência Nacional dos Bispos dos Brasil (CNBB), presidida pelo arcebispo dom Sérgio da Rocha, faz crítica contundente contra aprovação da PEC 241; entidade católica lembra a medida não estabelece nenhum teto para pagamento dos juros da dívida pública e diz que a PEC é "injusta e seletiva"; "Ela elege, para pagar a conta do descontrole dos gastos, os trabalhadores e os pobres, ou seja, aqueles que mais precisam do Estado para que seus direitos constitucionais sejam garantidos"; CNBB defende mobilização e lança sobre o Senado a responsabilidade de dialogar com a população; "Pesa, neste momento, sobre o Senado Federal, a responsabilidade de dialogar amplamente com a sociedade a respeito das consequências da PEC 241"

247 - A Conferência Nacional dos Bispos dos Brasil (CNBB) criticou a aprovação da PEC 241, que congela por 20 anos as despesas do governo, indexando-as às inflação do ano anterior. 
A entidade católica observa que a PEC não estabelece nenhum teto para despesas financeiras, como o pagamento dos juros da dívida pública. "A PEC 241 é injusta e seletiva. Ela elege, para pagar a conta do descontrole dos gastos, os trabalhadores e os pobres, ou seja, aqueles que mais precisam do Estado para que seus direitos constitucionais sejam garantidos. Além disso, beneficia os detentores do capital financeiro, quando não coloca teto para o pagamento de juros, não taxa grandes fortunas e não propõe auditar a dívida pública", afirma a entidade. 
Segundo o texto, assinado pelo presidente da CNBB, Dom Sérgio da Rocha, a PEC 241 supervaloriza o mercado em detrimento do Estado. "Diante do risco de uma idolatria do mercado, a Doutrina Social da Igreja ressalta o limite e a incapacidade do mesmo em satisfazer as necessidades humanas que, por sua natureza, não são e não podem ser simples mercadorias", afirma.
A entidade defende a mobilização da população para derrubar a PEC e lança sobre o Senado a responsabilidade de dialogar com a população. "É possível reverter o caminho de aprovação dessa PEC, que precisa ser debatida de forma ampla e democrática. A mobilização popular e a sociedade civil organizada são fundamentais para superação da crise econômica e política. Pesa, neste momento, sobre o Senado Federal, a responsabilidade de dialogar amplamente com a sociedade a respeito das consequências da PEC 241", afirma.
Leia na íntegra a nota da CNBB:
"Brasília-DF, 27 de outubro de 2016
P – Nº. 0698/16
NOTA DA CNBB SOBRE A PEC 241
"Não fazer os pobres participar dos próprios bens é roubá-los e tirar-lhes a vida."
(São João Crisóstomo, século IV)

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, dos dias 25 a 27 de outubro de 2016, manifesta sua posição a respeito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, de autoria do Poder Executivo que, após ter sido aprovada na Câmara Federal, segue para tramitação no Senado Federal.
Apresentada como fórmula para alcançar o equilíbrio dos gastos públicos, a PEC 241 limita, a partir de 2017, as despesas primárias do Estado – educação, saúde, infraestrutura, segurança, funcionalismo e outros – criando um teto para essas mesmas despesas, a ser aplicado nos próximos vinte anos. Significa, na prática, que nenhum aumento real de investimento nas áreas primárias poderá ser feito durante duas décadas. No entanto, ela não menciona nenhum teto para despesas financeiras, como, por exemplo, o pagamento dos juros da dívida pública. Por que esse tratamento diferenciado?
A PEC 241 é injusta e seletiva. Ela elege, para pagar a conta do descontrole dos gastos, os trabalhadores e os pobres, ou seja, aqueles que mais precisam do Estado para que seus direitos constitucionais sejam garantidos. Além disso, beneficia os detentores do capital financeiro, quando não coloca teto para o pagamento de juros, não taxa grandes fortunas e não propõe auditar a dívida pública.
A PEC 241 supervaloriza o mercado em detrimento do Estado. "O dinheiro deve servir e não governar! " (Evangelii Gaudium, 58). Diante do risco de uma idolatria do mercado, a Doutrina Social da Igreja ressalta o limite e a incapacidade do mesmo em satisfazer as necessidades humanas que, por sua natureza, não são e não podem ser simples mercadorias (cf. Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 349).
A PEC 241 afronta a Constituição Cidadã de 1988. Ao tratar dos artigos 198 e 212, que garantem um limite mínimo de investimento nas áreas de saúde e educação, ela desconsidera a ordem constitucional. A partir de 2018, o montante assegurado para estas áreas terá um novo critério de correção que será a inflação e não mais a receita corrente líquida, como prescreve a Constituição Federal.
É possível reverter o caminho de aprovação dessa PEC, que precisa ser debatida de forma ampla e democrática. A mobilização popular e a sociedade civil organizada são fundamentais para superação da crise econômica e política. Pesa, neste momento, sobre o Senado Federal, a responsabilidade de dialogar amplamente com a sociedade a respeito das consequências da PEC 241.
A CNBB continuará acompanhando esse processo, colocando-se à disposição para a busca de uma solução que garanta o direito de todos e não onere os mais pobres.
Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, continue intercedendo pelo povo brasileiro. Deus nos abençoe!
Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB"


quarta-feira, 26 de outubro de 2016

PALESTRA COM A IRMÃ ANGELIQUE NAMAIKA, SOBRE SUA EXPERIÊNCIA HUMANITÁRIA A PESSOAS EM SITUAÇÕES VULNERÁVEIS



Paróquia São Camilo de Lellis
Entrequadra Sul - 303/304 - Brasília -DF


NÃO PERCA!!!!!

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

GERÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO DE BRASÍLIA PROMOVE OUTUBRO ROSA COM SESSÃO DE CUIDADOS DE PELE E COM APOIO DA ONCO-VIDA

A Gerência de Administração Brasília, promoveu em horário de almoço, um momento de sessão de cuidados com a pele sob os cuidados das Consultoras da Mary Kay Suelma Barros e Zilneide Barbosa.

A Gerente Aline Pereira dos Santos Alves, consciente da importância da disseminação sobre a prevenção do câncer de mama, contou com a ação das Consultoras de Beleza Independentes Mary Kay, que fizeram uma demonstração de Cuidados com a Pele,  uma vez que é um momento onde são dedicados alguns minutos para o cuidado próprio. 

A Empresa Onco-Vida apoiou a ação oferecendo alguns panfletos com orientações e alguns blocos e cadernetas de anotações para serem distribuídas para quem estivesse presente nessa Sessão oferecida pelas Consultoras de Beleza Independentes Mary Kay.